terça-feira, 10 de janeiro de 2017

A minha maneira de ver futebol #1



Jonas regressa, Bas Dost líder e Porto a zeros.
Jogo difícil? Chamem o Jonas.
Começamos pelo líder, Benfica passou em Guimarães com o regresso do matador, o Jonas, e que regresso, o jogo é difícil? Chamem Jonas.
Era na cidade berço que os rivais depositavam as esperanças que o Benfica escorregasse, e nem tudo correu bem ao Benfica, o Vitória entrou bem na partida e pressionando, mas o tricampeão foi respondendo à altura, um quarto de hora bem disputado de parte a parte. Ao minuto 17 os encarnados apanham um susto, Fejsa lesiona-se e o Rui Vitória no regresso a Guimarães vê-se obrigado a fazer entrar o grego Samaris.
Já com Samaris em campo, a magia acontece, Salvio numa arrancada que leva até ao fim passou para a aérea, e quem aparece? Sim, o Jonas, estava feito o primeiro e 20 minutos jogados.
O jogo perdeu gás, o Guimarães não deitou a toalha ao chão, mas o Benfica controlava com a posse de bola e através de ataques rápidos ameaçava o segundo, esse mesmo que aconteceu ainda antes do fim da primeira, e adivinhem por quem? Mitroglou, tudo acontecia normalmente, os marcadores de serviço da época passada, estavam de volta.
Cofre-fechado, mas o jogo não estava acabado, faltava a segunda parte. Guimarães a mostrar que não estava morto, entrou na segunda parte com vontade, e com falta de pontaria, remataram e procuram rematar, mas ora mandavam para fora ora estava lá alguém a dar o corpo à bola. Já o Benfica mostrava calma e qualidade, sabiam jogar com bola e sem bola. Sem golos no segundo tempo, o jogo estava decidido, 2-0 para a equipa lisboeta.
Bas Dost, o goleador holandês.
O Sporting vence o Feirense em casa, e numa jornada onde só não recupera pontos ao vizinho, descola do Guimarães e cola ao Braga e já vê o Porto mais perto, porém o Benfica continua longe.
Surpresa no onze, Paulo Oliveira, o aniversariante era titular, Bruno César na esquerda e Alan Ruiz atrás do Bas Dost. Entrada à leão, o bom futebol estava de volta a Alvalade em 2017, ao minuto 5 Bas Dost marca o primeiro, e ainda antes do minuto 20 Bas Dost bisava. O holandês a passar diretamente para o topo dos melhores marcadores, já as assistências eram de Campbell e Alan Ruiz. Sporting a jogar como já não se via à muito, que luxo e a coisa parecia negra para o Feirense, parecia, pois o minuto 37 acabava por mudar o rumo do jogo, Adrien lesiona-se num lance em que leva uma forte pancada de Luís Aurélio e acabou por ir diretamente para o hospital, entrou Elias para o seu lugar, o jogo mudava aqui.
Sporting sem Adrien sofre um golo a cada 49 minutos, Sporting sem Adrien não vive, sobrevive e foi isso que aconteceu na segunda parte, o Sporting que acabou o ano de 2016 estava de volta, e o bom futebol tinha ficado na primeira parte, e o Feirense acordou, Nuno Manta mexe na equipa, e azar dos azares, o Feirense marca e ainda faltavam 30 minutos e lá teriam os sportinguistas voltar a sofrer, a sofrer até ao apito do árbitro, enquanto o apito não chegava, Elias ajudou à festa, acabaria expulso num jogo onde nem esteve bem nem esteve mal, o Feirense tentava com o que tinha, mas também não causava oportunidades de golo com perigo e então lá chegou o apito de Bruno Esteves que confirma a vitória leonina por 2-1.

É preciso acertar na baliza
22 remates, sim, vamos falar do jogo do Porto na capital do móvel. Porto entrou forte e a dizer “eu é que mando”, os dragões tomaram as rédias do jogo e assumiram o favoritismo, como tinha que ser. Primeiro Jota isolado, segundo André Silva não consegue desviar o cabeceamento, 10 minutos e que perigo.
O Paços mostrou o seu trabalho defensivo, a equipa quase toda no seu meio campo à procura de contra ataques, o trabalho defensivo do Paços era visível, já no ofensivo reinava o contra ataque. O Porto lá ia procurando marcar e marcar, mas os golos não apareciam, quando passavam pelos defesas, estava lá o guarda redes, o Defendi, que para muitos foi o homem do jogo.
Ao intervalo o nulo persistia, mas ninguém tinha dúvidas do domínio do Porto. Com o inicio da segunda parte os minutos iam passando e a bola ainda não tinha entrada, ou batia num defesa, ou batia no guarda-redes ou acabava na bancada, mesmo que a exibição do Porto não fosse deslumbrante, merecia estar a vencer.

No resto do jogo pouco mudaria, golos atrás de golo que se perdia, remates que não entravam, o fantasma da finalização tinha voltado e Defendi acabaria por ser o herói do dia, mantinha-se o resultado inicial, o 0-0.

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