Jonas regressa, Bas
Dost líder e Porto a zeros.
Jogo difícil? Chamem
o Jonas.
Começamos pelo líder, Benfica passou em Guimarães com o
regresso do matador, o Jonas, e que regresso, o jogo é difícil? Chamem Jonas.
Era na cidade berço que os rivais depositavam as esperanças
que o Benfica escorregasse, e nem tudo correu bem ao Benfica, o Vitória entrou
bem na partida e pressionando, mas o tricampeão foi respondendo à altura, um
quarto de hora bem disputado de parte a parte. Ao minuto 17 os encarnados apanham
um susto, Fejsa lesiona-se e o Rui Vitória no regresso a Guimarães vê-se obrigado
a fazer entrar o grego Samaris.
Já com Samaris em campo, a magia acontece, Salvio numa
arrancada que leva até ao fim passou para a aérea, e quem aparece? Sim, o Jonas,
estava feito o primeiro e 20 minutos jogados.
O jogo perdeu gás, o Guimarães não deitou a toalha ao chão,
mas o Benfica controlava com a posse de bola e através de ataques rápidos
ameaçava o segundo, esse mesmo que aconteceu ainda antes do fim da primeira, e
adivinhem por quem? Mitroglou, tudo acontecia normalmente, os marcadores de
serviço da época passada, estavam de volta.
Cofre-fechado, mas o jogo não estava acabado, faltava a
segunda parte. Guimarães a mostrar que não estava morto, entrou na segunda parte
com vontade, e com falta de pontaria, remataram e procuram rematar, mas ora
mandavam para fora ora estava lá alguém a dar o corpo à bola. Já o Benfica
mostrava calma e qualidade, sabiam jogar com bola e sem bola. Sem golos no
segundo tempo, o jogo estava decidido, 2-0 para a equipa lisboeta.
Bas Dost, o goleador
holandês.
O Sporting vence o Feirense em casa, e numa jornada onde só
não recupera pontos ao vizinho, descola do Guimarães e cola ao Braga e já vê o
Porto mais perto, porém o Benfica continua longe.
Surpresa no onze, Paulo Oliveira, o aniversariante era
titular, Bruno César na esquerda e Alan Ruiz atrás do Bas Dost. Entrada à leão,
o bom futebol estava de volta a Alvalade em 2017, ao minuto 5 Bas Dost marca o
primeiro, e ainda antes do minuto 20 Bas Dost bisava. O holandês a passar
diretamente para o topo dos melhores marcadores, já as assistências eram de
Campbell e Alan Ruiz. Sporting a jogar como já não se via à muito, que luxo e a
coisa parecia negra para o Feirense, parecia, pois o minuto 37 acabava por
mudar o rumo do jogo, Adrien lesiona-se num lance em que leva uma forte pancada
de Luís Aurélio e acabou por ir diretamente para o hospital, entrou Elias para
o seu lugar, o jogo mudava aqui.
Sporting sem Adrien sofre um golo a cada 49 minutos,
Sporting sem Adrien não vive, sobrevive e foi isso que aconteceu na segunda
parte, o Sporting que acabou o ano de 2016 estava de volta, e o bom futebol
tinha ficado na primeira parte, e o Feirense acordou, Nuno Manta mexe na
equipa, e azar dos azares, o Feirense marca e ainda faltavam 30 minutos e lá
teriam os sportinguistas voltar a sofrer, a sofrer até ao apito do árbitro,
enquanto o apito não chegava, Elias ajudou à festa, acabaria expulso num jogo
onde nem esteve bem nem esteve mal, o Feirense tentava com o que tinha, mas
também não causava oportunidades de golo com perigo e então lá chegou o apito
de Bruno Esteves que confirma a vitória leonina por 2-1.
É preciso acertar na
baliza
22 remates, sim, vamos falar do jogo do Porto na capital do
móvel. Porto entrou forte e a dizer “eu é que mando”, os dragões tomaram as
rédias do jogo e assumiram o favoritismo, como tinha que ser. Primeiro Jota
isolado, segundo André Silva não consegue desviar o cabeceamento, 10 minutos e
que perigo.
O Paços mostrou o seu trabalho defensivo, a equipa quase
toda no seu meio campo à procura de contra ataques, o trabalho defensivo do
Paços era visível, já no ofensivo reinava o contra ataque. O Porto lá ia
procurando marcar e marcar, mas os golos não apareciam, quando passavam pelos
defesas, estava lá o guarda redes, o Defendi, que para muitos foi o homem do
jogo.
Ao intervalo o nulo persistia, mas ninguém tinha dúvidas do
domínio do Porto. Com o inicio da segunda parte os minutos iam passando e a
bola ainda não tinha entrada, ou batia num defesa, ou batia no guarda-redes ou
acabava na bancada, mesmo que a exibição do Porto não fosse deslumbrante,
merecia estar a vencer.
No resto do jogo pouco mudaria, golos atrás de golo que se
perdia, remates que não entravam, o fantasma da finalização tinha voltado e
Defendi acabaria por ser o herói do dia, mantinha-se o resultado inicial, o 0-0.

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